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"Prossigamos até a perfeição" Hb 6:1

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A obra que demonstra Amor a Deus

A Obra que demonstra Amor a Deus

"Em 'A Política', Aristóteles afirmou que era possível existir amizade entre senhor e servo, Jesus, por sua vez, afirma que a relação 'senhor' e 'servo' se dá em amor"
Claudio Crispim
 
Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro”
Jesus Cristo
 
"Enquanto escavo, pois, não se pode ser seu amigo, mas enquanto homem isso é possível (...) logo, pode haver amizade com ele na medida em que é homem"
Aristóteles, em A política
 
 
 A Obra que demonstra Amor a Deus

 

Editora: Newbook
Índice para catálogo sistemático: 1. Amor a Deus :Vida cristã : Cristianismo 248.4 

 

"Após demonstrar que o caminho sobrexcenlente não é subjetivo, o Autor substitui a relação 'amor' e 'sentimento', por 'amor' e 'obra' , concomitantemente, é apresentado o motivo pelo qual o apóstolo Paulo e Tiago não se contradizem com relação a fé e as obras"

 

Caracteristicas

  • I.S.B.N.: 978-85-89275-29-3
  • Cód. Barras: 9788589275293
  • Altura: 14 cm.
  • Largura: 21 cm.
  • Profundidade: 1 cm.
  • Peso: 0,166 K/g
  • Acabamento: Brochura
  • Capa: Brilho total
  • Papel: Chamois (papel off-white com alta opacidade e baixa reflexão de luz)
  • Edição: 2012
  • Idioma: Português
  • Número de Páginas: 126

 

Apresentação

É surpreendente a concepção sobre o ‘amor’ bíblico que o Autor traz a lume neste livro. Sua maneira de interpretar passagens bíblicas complexas é peculiar e foge da hermenêutica trivial.

Confrontando trechos do livro sagrado, o Autor conduz o leitor a uma investigação intrigante e, em alguns momentos, após gerar certo suspense, culmina com um desfecho surpreendente acerca do verdadeiro significado de termos bíblicos tão usuais, como o amor e o ódio.

Através da leitura deste trabalho a visão do amor, segundo o romantismo e humanismo que nos é tão cara, rapidamente é substituída por uma concepção de mundo aristocrático e nobre, cenário comum ao contexto no qual as Escrituras foram produzidas.

A névoa do subjetivismo permeada pelo idealismo, que as concepções religiosas prescrevem através do termo ‘amor’, é rapidamente substituída por um imperativo grave e objetivo que reveste o tema de um significado ímpar.

O que era pertinente ao mundo das ideias, ao “dever-ser”, transmuda-se para categórico e tangível no mundo do ser. O amor deixa de ser uma experiência religiosa e moral, ou, uma expressão unilateral da alma, da psique humana, e passa a repousar em novas categorias.

É realmente inovador o modo como o Autor deixa de lado as categorias gregas sobre o amor tão usuais quando se aborda o tema, e as substitui por uma categoria segura e singular presente no Antigo Testamento. Tal releitura me fez redimensionar a compreensão de várias passagens bíblicas, dentre as quais aquela que contém o importante alerta de Cristo: - “Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro” (Mt 6:24).

Após a leitura desta importante obra, onde eu via sentimento vejo, agora, comportamento. O amor transcendendo o mundo das ideias, do subjetivismo, do idealismo, e reclamando seu lugar de direito como ação.

 

Recomendo. 

Nelson Vieira

 

O Autor

Claudio F. Crispim nasceu em Mato Grosso do Sul, Nova Andradina, em 1973. Aos 2 anos, sua família mudou-se para São Paulo, onde vive até hoje. O pai ‘in memória’ exerceu o oficio de motorista de ônibus coletivo e a mãe comerciante, ambos evangélicos. Claudio Crispim cursou o Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública na Academia de Policia Militar do Barro Branco e, desde 2004 exerce a função de Tenente da Policia Militar do Estado de São Paulo. É casado com Jussara e é pai de dois filhos, Larissa e Vinícius. É articulista do Portal Estudo Bíblico (www.estudobiblico.org), com mais de 200 artigos publicados e distribuídos gratuitamente na web.

 

Prelúdio

Desde o Antigo Testamento o amor é apresentado ao homem de modo imperativo, porém, como demonstrá-lo em obra? Como praticar o amor?

Após ser tomado de assalto pela questão acima, travei um embate com os evangelhos e as cartas do Novo Testamento. Refugiei-me nas trincheiras que o Antigo Testamento constantemente me oferecia e, progressivamente fui conquistando terreno no ‘saber’ bíblico, o que me deu suporte para compreender como os apóstolos utilizaram o idioma grego para apresentar um tema completamente difuso do conhecimento literário e filosófico dos gregos.

Espero que o leitor seja conduzido através do tempo, como se fosse um arqueólogo, e a cada página desta obra descubra o significado do termo amor e a sua evolução ao longo dos tempos. 

Após a conclusão do presente trabalho sinto que saí vitorioso e quero dividir com você este precioso despojo.

Durante a leitura deste livro, não deixe de acompanhar em sua bíblia as referências, pois depende delas uma compreensão melhor da exposição.

O Autor

São Paulo, 27 setembro de 2011. É primavera!

 

 

 

A sociedade aristocrática:

"O domínio adquirido por conquista, ou vitória militar, é aquele que alguns autores chamam despótico, de despótes, que significa senhor ou amo, e é o domínio do senhor sobre seu servo. 0 senhor do servo é também senhor de tudo quanto este tem, e pode exigir seu uso. Isto é, de seus bens, de seu trabalho, de seus servos e seus filhos, tantas vezes quantas lhe aprouver. Porque ele recebeu a vida de seu senhor, mediante o pacto de obediência, isto é, o reconhecimento e autorização de tudo o que o senhor vier a fazer. E se acaso o senhor, recusando-o, o matar ou o puser a ferros, ou de outra maneira o castigar por sua desobediência, ele próprio será o autor dessas ações, e não pode acusá-lo de injúria"

HOBBES, Thomas

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Depoimentos

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"A concepção mais excelente de amor foi alterada com a dinâmica da língua, mas a essência do amor permanece inviolável".
 

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