
O apóstolo Paulo observou alguns cristãos cumprindo algumas proibições que se fundamentavam somente em regras, tais com: não toques, não proves e não manuseies, sendo empregas como meio de se achegar a Deus e avisou que tais práticas eram princípios próprios ao mundo, preceitos de homem, visto que consistia somente em aparência de sabedoria, culto voluntário, humildade fingida, severidade com o corpo, mas não tinha valor algum para extirpar a natureza pecaminosa herdada de Adão ( Cl 2:20 -23).
por
Claudio F. Crispim
SMASHWORDS EDITION
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Claudio F. Crispim on Smashwords
O jejum e o sábado verdadeiro
Copyright © 2010 by Claudio F. Crispim
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Esta obra constitui-se um comentário ao capítulo 58 do Livro do profeta Isaias, e aborda dois temas que merecem a consideração de qualquer estudante aplicado das Escrituras: o jejum e o sábado.
Pela abundancia de informações que contém, a presente obra pode ser considerada de importância impar aos cristãos, pois visa conscientizá-los a deixar para trás tudo o que é pertinente a ‘sombra dos bens futuros’, pois os sacrifícios que continuamente se ofereciam segundo a compreensão distorcida que os judeus possuíam da lei, jamais podem aperfeiçoar os que cultuam a Deus.
Que todos os cristãos possam prosseguir em conhecer o Senhor, pois Ele é a realidade dos bem futuros, e somente por intermédio d’Ele é possível ao homem oferecer em sacrifício o fruto dos lábios.
Claudio Crispim
Articulista do Portal Estudo Bíblico
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DEDICATÓRIA
À minha esposa Jussara Crispim, companheira fiel e amiga em todos os momentos, e o seu valor excede ao de muitos rubis.
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Introdução
“E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós” ( Lv 16:29 ).
Há uma determinação divina ao povo de Israel que se refere às práticas que denominamos jejum: um dia pré-determinado para que o povo afligisse (jejum) as suas almas e não podiam exercer nenhum ofício (trabalho).
Deus instituiu que o povo de Israel jejuaria (afligiria as suas almas) no dia dez do sétimo mês, e que este dia também deveria ser um dia reservado para descanso ( Lv 16:31 ; Nm 29:7 ).
Mas, como jejuar, ou melhor, como afligir a alma? Qual o verdadeiro jejum?
O povo de Israel sempre buscou cumprir a determinação divina, porém, juntamente com os seus interpretes entenderam que, para afligir a alma (jejuar) bastava ficar cabisbaixo, com o semblante triste, sem comer, sem beber, sem lavar o rosto, sem utilizar perfumes, utilizando sacos em lugar de vestes, e até mesmo deitar cinzas sobre a cabeça.
Por entenderem que Deus se agradava de quem afligia o corpo, as práticas acima elencadas tornaram-se freqüentes. Dentre elas, a abstinência de alimentos tornou-se uma das práticas mais utilizadas como meio de se achegar a Deus.
O apóstolo Paulo viu algumas pessoas cumprindo essas proibições que se baseiam em não toques, não proves e não manuseies sendo empregas como meio de se achegar a Deus e avisou que tais práticas eram princípios próprios ao mundo, preceitos de homem, visto que consistia somente em aparência de sabedoria, culto voluntário, humildade fingida, severidade com o corpo, mas não tinha valor algum para extirpar a natureza pecaminosa herdada de Adão ( Cl 2:20 -23).
A análise do capítulo 58 de Isaias esclarece qual é o verdadeiro jejum estabelecido e porque o jejum praticado pelo povo de Israel não era aceito por Deus.
Tags: não, homem, tais, corpo, visto, somente, sabedoria, -23), humildade, fingida, severidade, voluntário, consistia, aparência, culto| Próximo > |
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